A Base Aérea Nº5 (BA5) comemorou, no dia 4 de outubro, o seu 53º Aniversário, numa cerimónia presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General José Pinheiro, que contou com a presença de altas individualidades militares e representantes das autoridades civis da região.
A cerimónia iniciou-se com a apresentação das Forças em Parada, a qual se seguiu a Integração do Estandarte Nacional na Formatura. O Comandante da Unidade, Coronel Paulo Mateus, proferiu uma alocução, seguida da Rendição dos Porta-Estandartes Nacional e da Unidade. Foi prestada uma Homenagem aos Mortos e a Imposição de Condecorações, das quais se destaca a imposição da Ordem Militar de Cristo à Base Aérea Nº5, por destacados serviços prestados ao país no exercício das funções de soberania. A cerimónia prosseguiu com a entrega de Pergaminhos Comemorativos aos Funcionários Civis, pelos 25 anos de serviço na Força Aérea, e encerrou com o desfile das Forças em Parada. A cerimónia iniciou-se com a apresentação das Forças em Parada, a qual se seguiu a Integração do Estandarte Nacional na Formatura. O Comandante da Unidade, Coronel Paulo Mateus, proferiu uma alocução, seguida da Rendição dos Porta-Estandartes Nacional e da Unidade. Foi prestada uma Homenagem aos Mortos e a Imposição de Condecorações, das quais se destaca a imposição da Ordem Militar de Cristo à Base Aérea Nº5, por destacados serviços prestados ao país no exercício das funções de soberania. A cerimónia prosseguiu com a entrega de Pergaminhos Comemorativos aos Funcionários Civis, pelos 25 anos de serviço na Força Aérea, e encerrou com o desfile das Forças em Parada.
MEMBROS HONORÁRIOS
É uma tradição antiga que as localidades ou as instituições sejam agraciadas com as Ordens Honoríficas Portuguesas.
Em 1837, a Rainha D. Maria II, reconhecendo o acolhimento que teve na cidade de Angra do Heroísmo durante a Guerra Civil, concedeu à cidade a Grã-Cruz da Ordem da Torre e Espada. Em 1920, o Presidente António José de Almeida concedeu à cidade de Lisboa a Grã-Cruz da reformulada Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito. Outras cidades foram agraciadas com graus de Oficial e Cavaleiro desta mesma Ordem.
Até 1986, era feita a concessão de um determinado grau das Ordens Honoríficas. Contudo, depois dessa data, a concessão passou a ser feita sem indicação de grau, criando-se o título de Membro Honorário.
Assim, os corpos militarizados e as unidades ou estabelecimentos militares podem ser declarados Membros Honorários de qualquer das Ordens Honoríficas Portuguesas, sem indicação de grau.
Da mesma forma, as localidades, assim como colectividades e instituições que sejam pessoas colectivas de direito público ou de utilidade pública há, pelo menos, vinte e cinco anos, podem também ser declaradas membros honorários de qualquer das Ordens Honoríficas Portuguesas, sem indicação de grau.

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