8 de novembro de 2012

Forças Armadas de Portugal

Forças armadas portuguesas
Military flag of Portugal.svg

Bandeira oficial das Forças Armadas Portuguesas
País Portugal
Forças armadas Portuguese Air Force roundel.svgForça Aérea Portuguesa -
Military flag of Portugal.svg Exército Português
Naval Jack of Portugal.svgMarinha de Portugal
Lideranças
Comandante-em-Chefe Presidente Aníbal Cavaco Silva
Ministro da Defesa José Pedro Aguiar-Branco
Idade dos militares 18 a 27 anos de idade para o serviço militar voluntário
Disponível para o
serviço militar
Homens entre 18 e 49 anos: 2.435.042 (2005 est.) homens, idade 15–49,
Mulheres entre 18 e 49 anos: 2.405.816 (2005 est.) mulheres, idade 15–49
Apto para o
serviço militar
Homens entre 18 e 49 anos: 1.952.819 (2005 est.) homens, age 15–49,
Mulheres entre 18 e 49 anos: 1.977.264 (2005) est.) mulheres, idade 15–49
Chegando a idade
militar anualmente
Homens: 67.189 (2005 est.)
Pessoal ativo 44.900 - 74º
Pessoal na reserva 210.930
Orçamento 2,3% do PIB
Indústria
Importações anuais N/D
Artigos relacionados
história História militar de Portugal
Classificações Hierarquia militar


As Forças Armadas (FArm) constituem uma instituição nacional de Portugal à qual compete garantir a independência nacional, a unidade do Estado e a integridade do território.
As Forças Armadas têm como orgão superior o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA) e integram três ramos:
Além dos três ramos das Forças Armadas, existe a Guarda Nacional Republicana que é uma força de segurança constituída por militares organizados num corpo especial de tropas que ficará colocado na dependência operacional do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, nos casos e termos previstos nas Leis de Defesa Nacional e das Forças Armadas e do regime do estado de sítio e do estado de emergência
O Comandante Supremo das Forças Armadas de Portugal é o Presidente da República. O Ministério da Defesa Nacional gere todo os meios logísticos e humanos das Forças Armadas bem como a administração de equipamentos militares. Cada ramo é chefiado por um general ou almirante que é responsável pela manutenção do seu respectivo ramo.
Durante o século XX, Portugal teve apenas duas grandes intervenções militares. A primeira, durante a Primeira Guerra Mundial, e a segunda entre 1961 e 1974, nos seus antigos territórios ultramarinos de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, a Guerra Colonial, de cujo conflito resultaram milhares de mortos e feridos, e cujas marcas, no caso específico de Portugal, permanecem vivas no início do século XXI. No entanto, desde o 25 de Abril de 1974, Portugal não envolve-se em nenhum conflito armado, e as Forças Armadas apenas mantém a ordem constitucional e auxiliam as missões de paz da ONU
No entanto, Portugal tem vindo a participar em inúmeras missões de paz da ONU, como a INTERFER e a UNTAET, em Timor-Leste, a MINURSO, no Sahara Ocidental, a EUFOR na Bósnia, KFOR no Kosovo, ISAF no Afeganistão e a MONUC na República Democrática do Congo.
As forças armadas perderam, entretanto, alguma prioridade na gestão governamental até que o governo de Durão Barroso decidiu investir uma parcela maior na sua modernização, criando alguma controvérsia, através da aquisição de dois novos submarinos e o início de concursos e programas para a aquisição de novos equipamentos.
A partir de 2003, Portugal aboliu o serviço militar obrigatório, passando a ser opcional.
Em 2010 existem em Portugal cerca de 50 mil militares, dos quais 7500 são mulheres[1].

Ver também

Ligações externas

Referências

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