2 de fevereiro de 2013

190 generais custam 11 milhões


Militares querem que o governo promova 30 generais
Mais de 60% dos generais em efetividade de funções exercem funções em organismos fora das Forças Armadas

30 de janeiro de 2013


Militares com novos cortes no vencimento
Os militares na reforma começaram a receber na semana passada uma carta a anunciar os novos cortes nas suas pensões. Em alguns casos, esse corte é de 200 e 300 euros. Em causa, está o complemento de pensão, sujeito a uma nova forma de cálculo, que está a apanhar de surpresa muitos militares.
Foi criado nos anos 90 quando o Governo de Cavaco Silva alterou o Estatuto dos Militares e acabou, entre outras coisas, com a idade de reforma aos 70, antecipando-a para os 65 anos.
O complemento de pensão foi um mecanismo de adaptação às novas normas que permitia aos militares que tivessem entrado para o Quadro Permanente antes de 1990, ganhar, até completarem os 70 anos, a diferença salarial a que teriam direito se se mantivessem no activo até essa idade.
De acordo com um despacho do Ministro da Defesa Nacional, em Dezembro do ano passado, esse complemento passa a ser calculado em função do valor da pensão de reserva já com os cortes impostos pelo Orçamento do Estado para 2013.
Significa isso que, em muitos casos, o complemento passa para zero euros.
«O valor do complemento de pensão neste presente ano foi recalculado passando a ser considerada na remuneração de reserva de referência a redução remuneratória que é aplicada à remuneração dos militares na situação de reserva», lê-se numa carta enviada na semana passada pelo Exército a um coronel na reserva, a que o SOL teve acesso. Contactado pelo SOL, o presidente da AOFA, coronel Cracel, considera que «se trata de mais um mecanismo, com supostos fundamentos legais, que mais não visa que subtrair mais rendimentos aos já confiscados aos militares por via de outros expedientes, à semelhança, aliás, do que vem acontecendo aos nossos concidadãos» e que, somado à taxa de solidariedade dos reformados, se traduzirá «numa hecatombe» nos rendimentos.

20 de janeiro de 2013

Ventos ciclónicos deitam abaixo árvores no Complexo de Monte Real

No dia 19 de Janeiro  Base de Monte Real foi visitada por ventos ciclónicos que fizeram um desbaste nas árvores que ornamentavam o Complexo Habitacional deixando um caos....
Fig. 01 -  Entre o Bloco 2 e o 3 - árvores caídas derrubando a rede e cortando a Estrada Nacional
 Fig. 02 - Entre o Bloco 2 e o 3 - árvores caídas derrubando a rede e cortando a Estrada Nacional
Fig.03 -  Foto tirada desde o Bloco 3 virada para Bloco 2, ainda se pode verificar 2 viaturas (eram 3)
 Fig.04 - Foto tirada desde o Bloco 3 virada para Bloco 2, ainda se pode verificar 2 viaturas (eram 3)
 Fig.05 -Na rua principal do Complexo virada a Norte
 Fig.06 - Árvore que caiu em cima do Ecoponto do Complexo
 Fig.07 - Estrada principal do complexo onde se pode verificar mais um queda de árvore (Fig.05)
 Fig.08 Chegada dos Bombeiros.

Fig.09 Chegada dos Bombeiros. 

  Fig.10 Ainda com um carro
Fig.11 - Retirada do 3º carro

 Fig. 12 - Depois de terem sido retirados as três viaturas vejam a queda de mais uma árvore no mesmo local
 Fig. 12
 Fig. 13 outra perspectiva - nota-se já mais árvores caídas na rua principal
 Fig. 13 - mais uma vista para lado da Estrada Nacional
  Fig. 14 - mais uma vista para lado da Estrada Nacional
  Fig. 15 -As três árvores que existiam no Jardim do Bloco 3 caídas.
 Fig. 16 - Pode-se ver agora parte do Ecoponto depois de operários da Base terem desobstruído a estrada que se encontrava cortada entre o Bloco 3 e os restantes blocos (4-5-6)
  Fig. 17 - mais uma vista já com a estrada principal do complexo desobstruída
 Fig.18 Vistas do lado da estrada nacional para o complexo.
Fig. 19 Bloco 2 ainda com 2 árvores em pé.

16 de janeiro de 2013

SIMULADOR 2013

Mas é bem feito!
Não resisti e agora sinto-me roubado!
Gostava de vos transmitir, em palavras, o que sinto. Não consigo.
Deixo-vos apenas alguns links para que possam analisar os vossos casos...(ROUBO)



As novas tabelas de retenção na fonte de IRS, indispensáveis para os portugueses saberem quanto vão receber todos os meses, já foram publicadas em Diário da República e permitem agora decidir se vale ou não a pena pedir a diluição dos subsídios de férias ao longo do ano para colmatar o agravamento dos impostos.

Os passos para o fazer são simples de seguir, de acordo com o Diário Económico.

1. Em primeiro lugar, é preciso perceber em que tabela se inclui, ou seja, se na dos trabalhadores dependentes do sector privado, se na dos trabalhadores da Função Pública ou na dos pensionistas.

2. Depois é preciso ir à sua folha de remuneração e olhar para o vencimento base para fazer os cálculos, e, se tiver outro tipo de rendimento como um subsídio de função, por exemplo, tenha em atenção que este também conta para os cálculos. Baseado nestes rendimentos, na situação familiar (se é solteiro ou casado, com um ou dois titulares), e no número de dependentes, pode depois consultar as novas tabelas para perceber a taxa de retenção que se aplica no seu caso.

3. Os descontos para o IRS e para a Segurança Social. Ao vencimento base também é preciso retirar o valor que se refere à taxa de retenção na fonte, assim como a contribuição para a Segurança Social, de 11%. No final, após feitos estes descontos, chega ao salário líquido.

4. A sobretaxa de IRS. É preciso também calcular o efeito da sobretaxa de IRS, de 3,5%, que é aplicada sobre o salário líquido deduzido do valor do salário mínimo de 485 euros, multiplicado por 3,5%.

5. O valor do subsídio de refeição. É preciso ainda somar o valor do subsídio de refeição para saber com quanto fica no final do mês. Isto porque se o seu subsídio for pago em dinheiro e superior a 4,27 euros, a parte que ultrapassa este valor é sujeita a imposto.
Assim, um membro de um casal com dois filhos, por exemplo, em que os dois trabalhem, com um rendimento mensal de dois mil euros, aplica-se uma taxa de IRS de 22,5%. Desta feita, o desconto será de 450 euros para o IRS e de 220 euros para a Segurança Social, sendo que a sobretaxa de 3,5% corresponde a 29,58 euros por mês. Feitas as contas e o salário disponível será de 1.300 euros, valor a que se somará o subsídio de refeição.  
 




- Público (xls);
- Expresso (xls);
- Jornal de Negócios (xls)
- Dinheiro Vivo;
- SIC;
Simulador com SOBRET 2013.xls
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Simulador com SOBRET 2013.xls

Os salários dos professores aplicando estas novas tabelas e a sobretaxa 3,5% ficarão do seguinte modo:


A maior parte dos professores perderão mais de dois salários em 2013.

15 de janeiro de 2013

TABELAS DE RETENÇÃO NA FONTE


retencaoIRS[1].pdfretencaoIRS[1].pdf
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O Ministério das Finanças publicou hoje as novas tabelas de retenção de IRS e juntou 6 exemplos do que serão as contas das famílias em 2013.

Exemplo 1:
Solteiro, sem filhos, trabalha no privado
Rendimentos tributáveis: €1.000 mensais, €14.000 anuais
Deduções à coleta: €3.470 de encargos com imóveis, €350 despesas de saúde
Apuramento do IRS devido a final:
Componente IRS: €1.236 em 2013
Sobretaxa em sede de IRS: €109
Variação face a 2012: €638, o que corresponde a um aumento de 4,6% da tributação efetiva anual
Apuramento da retenção na fonte:
Taxas aplicáveis: 13,5% em 2013
Encargos totais (IRS, sobretaxa e segurança social): €254 em 2013
Variação face a 2012: €44, o que corresponde a um aumento de 4,4% da retenção efetiva mensal
Rendimento mensal disponível face a 2012 (c/ duodécimos)
Rendimento líquido mensal em 2012: €790
Rendimento líquido mensal com duodécimos: €808

Exemplo 2
Casado, único titular com um filho, trabalha no privadoRendimentos tributáveis: €1.750 mensais, €24.500 anuais
Deduções à coleta: €3.400 encargos com imóveis, €1.000 despesas de saúde, €450 despesas de educação
Apuramento do IRS devido a final:Componente IRS: €2.621 em 2013
Sobretaxa: €226
Variação face a 2012: €1.109, o que corresponde a um aumento de 4,5% da tributação efetiva anual
Apuramento da retenção na fonte:Taxas aplicáveis: 14% em 2013
Encargos totais (IRS, sobretaxa e segurança social): €466 em 2013
Variação face a 2012: €64, o que corresponde a um aumento de 3,7% da retenção efetiva mensal
Rendimento mensal disponível face a 2012 (c/ duodécimos) Rendimento líquido mensal em 2012: €1.348
Rendimento líquido mensal em 2013 com duodécimos: €1.391

Exemplo 3:Casado, dois titulares com dois filhos, trabalha no privadoRendimentos tributáveis: €1.200 mensais, €16.800 anuais, por cada sujeito passivo
Deduções à coleta: €4.728 encargos com imóveis, €1.200 despesas de saúde, €900 despesas de educação
Apuramento do IRS devido a final:
Componente IRS: €3.677 em 2013
Sobretaxa: €389
Variação face a 2012: €1.647, o que corresponde a um aumento de 4,9% da tributação efetiva anual
Apuramento da retenção na fonte:Taxas aplicáveis: 14,5% em 2013
Encargos totais (IRS, sobretaxa e segurança social): €320
Variação face a 2012: €56, o que corresponde a um aumento de 4,7% da retenção efetiva mensal
Rendimento mensal disponível face a 2012 (c/ duodécimos) Rendimento líquido mensal em 2012: €936
Rendimento líquido mensal em 2013 com duodécimos: €953

Exemplo 4:
Casado, único titular com um filho, trabalha no Estado
Rendimentos tributáveis: €1.750 mensais, €21.000 anuais em 2012, €22.750 anuais em 2013
Deduções à coleta: €3.400 encargos com imóveis, €1.000 despesas de saúde, €450 despesas de educação
Apuramento do IRS devido a final:Componente IRS: €2.123 em 2013
Sobretaxa: €165
Variação face a 2012: €1.407, o que corresponde a um aumento de 6,2% da tributação efetiva anual
Apuramento da retenção na fonte:Taxas aplicáveis: 13% em 2013
Encargos totais (IRS, sobretaxa e segurança social): €450
Variação face a 2012: €91, o que corresponde a um aumento de 5,2% da retenção efetiva mensal
Rendimento mensal disponível face a 2012 (c/ duodécimos) Rendimento líquido mensal em 2012: €1.391
Rendimento líquido mensal em 2013 com duodécimos: €1.409

Exemplo 5:Casado, dois titulares com dois filhos, trabalha no Estado
Rendimentos tributáveis: €1.200 mensais, €14.400 anuais em 2012, €15.600 anuais em 2013, por cada sujeito passivo
Deduções à coleta: €4.728 encargos com imóveis, €1.200 despesas de saúde, €900 despesas de educação
Apuramento do IRS devido a final:Componente IRS: €2.993 em 2013
Sobretaxa: €305
Variação face a 2012: €2.055, o que corresponde a um aumento de 6,6% da tributação efetiva anual
Apuramento da retenção na fonte:Taxas aplicáveis: 13,5% em 2013
Encargos totais (IRS, sobretaxa e segurança social): €309
Variação face a 2012: €57, o que corresponde a um aumento de 4,7% da retenção efetiva mensal
Rendimento mensal disponível face a 2012 (c/ duodécimos) Rendimento líquido mensal em 2012: €948
Rendimento líquido mensal em 2013 com duodécimos: €966

Exemplo 6:Solteiro, sem filhos, categoria H
Rendimentos tributáveis: €1.200 mensais, €14.400 anuais em 2012, €15.720 anuais em 2013
Deduções à coleta: €500 despesas de saúde
Apuramento do IRS devido a final:Componente IRS: €2.067 em 2013
Sobretaxa: €169
Variação face a 2012: €925, o que corresponde a um aumento de 5,9% da tributação efetiva anual
Apuramento da retenção na fonte:Taxas aplicáveis: 12,5% em 2013
Encargos totais (IRS, sobretaxa e segurança social): €170  Variação face a 2012: €61, o que corresponde a um aumento de 5,2% da retenção efetiva mensal
Rendimento mensal disponível face a 2012 (c/ duodécimos)
Rendimento líquido mensal em 2012: €1.092
Rendimento líquido mensal com duodécimos: €1.116

Estas simulações incluem a diluição de 50% do subsídio de Natal e 50% do subsídio de férias em duodécimos

LISTA ANTIGUIDADES PESSOAL QP REFERENTE 07JAN13



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